Quem paga a conta escolhe a pauta!

É preciso aprender a aceitar as coisas como elas são e, não como queremos que elas sejam. Os Estados Unidos inundam com resíduos plásticos os países da América Latina com lixo tóxicos e, não vemos ONGs se pronunciar contrário o que está ocorrendo. A principal razão da contaminação dos países latinos. Porque fica mais barato para as empresas americanas descartarem lixo para outros países do que processá-los, no fim das contas é uma questão de ganho financeiros. A partir do século XXIX as ONGs que se diz defensoras dos direitos das minorias, quais são seus objetivos nas defesas dessas minorias; certamente tenho dúvidas. Recentemente notícias toma contas dos meios de comunicações corporativos mercantilistas e nas redes sociais, quem está realmente pagando essa conta, com exposição e locomoção mundo afora. Fazem foros e foros acusando principalmente países que tem uma biodiversidade grande. PFLKWY

Meu objetivo não é fazer julgamentos discriminatório e nem avaliar moralmente essas ONGs, porque há muitos países que deixam seus povos à mingua, não dão assistência para essas minorias sobreviverem, dando margens para essas organizações atuarem. Mais, todos sabem que há ONGs financiadas pelo grande capital rentista para incriminarem os países principalmente situados na América Latina. Quem deve decidir o que pode ou não? É essas perguntas que me leva a contestar a validade dessas organizações que se diz protetoras das minorias, essas perguntas é o que me leva, necessariamente, a outras; a biodiversidades deve estar sujeita aos desejos do patrocinador?

Para leigos em biodiversidade fica a desconfiança dessas ONGs que se diz protetora, principalmente em um cenário político no qual estamos inseridos, com trafico de pedras preciosas, da fauna e flora por esses agentes disfarçados para as nações ricas do primeiro mundo. É fundamental que os países donos dessas riquezas se protejam dessas máfias com cara de cordeirinhos, mais, que na realidade não passam de lobos a serviço das grandes corporações e potências. É fundamental discutir de quem paga a conta escolhe a pauta! Que tal, que essas ONGs que trabalham que se dizem protetoras abrissem suas caixas pretas e, explicassem um pouco como ocorre o financiamento de suas expedições principalmente na  floresta amazônica.

As ONGs têm obrigações claras com a transparências e nem todas cumprem com as leis regente nessas nações que atuam, principalmente em país do terceiro mundo. Essas modalidades de ONGs são problemáticas pela sua concepção, atuam como se fossem missionários catequisando povos nativos em pró de grandes organizações global, na busca de dividirem as nações em que atuam em blocos para terem mais sucessos em suas missões divisórias. Mas o problema é ainda mais profundo, porque essas organizações corporativas que financiam, tem maiores poder econômicos do que muitos países. Portanto, perceberam que era possível manobrar e lucrar patrocinando esse trabalho sujo, e ainda saem como entusiastas da conservação ambiental dos povos nativos, elas ainda se apresentam publicamente como benfeitoras perante aos olhos da sociedade.

Esse tipo de coisa também acontece com outros tipos atividades, como por exemplo os Institutos de “ação social”, tal como “O Greenpeace” é uma organização não governamental (ONG), especialmente, em pautas relacionadas ao meio ambiente, entre tantas centenas de milhares de ONGs que na verdade servem para extraviar o dinheiro dos governos e, que se dizem sem fins lucrativos, mas que na verdade utilizam o dinheiro que deveria estar sendo investido em empregos, mas que são destinados a iniciativas que beneficiam um número muito pequeno de pessoas e, todos sabem quem são os beneficiados no final de cada missão, uma forma covarde de destruírem e dividirem as nações que ainda tem uma biodiversidade intata.

Ninguém vai patrocina algo sem uma contra partida, do retorno do que foi empregado, e seguno o autor, fica claro que essas ONGs têm interesses em uma ação dessa magnitude, se lhe tiver um retorno financeiro. Aconselho ler o Livro “Seja Feita a Vossa Vontade” dos historiadores Gerard Colby e Charlotte Dennett contam a história da campanha de quarenta anos liderada pelo herdeiro da Standard Oil, Nelson Rockefeller, e pelo fundador da Wycliffe Bible Translators, William Cameron Townsend, para estabelecer uma cabeça de ponte imperial dos EUA. A conquista da Amazônia – Nelson Rockefeller e o Evangelismo na Idade do Petróleo. Durante aproximadamente quatro décadas dois homens cada um movido por um interesse dedicaram-se a uma das mais complexas e espetaculares empreitadas de todos os tempos – conquistar a Amazônia. Nelson Rockfeller herdeiro de um império petrolífero e Cameron Townsend um líder protestante visionário uniram recursos e estratégias para combater o comunismo que se espalhava pela América Latina e evangelizar as populações indígenas.

Por trás do esforço de ambos se formou uma rede de interesses políticos e econômicos que resultou num dos episódios mais escandalosos da política imperialista americana com ataques à natureza com genocídios exploração predatória de riquezas naturais e espionagem. O livro mostra como como as ambições econômicas de Nelson Rockefeller e os interesses religiosos de William Cameron Townsand influenciaram a política e a economia da História Contemporânea mundial, principalmente nos países em desenvolvimento. Os pontos altos do livro: o Golpe militar no Congo com o assassinato do presidente eleito (Patrice Lumumba) a mando da CIA, a batalha Rockefellers X Kennedys, o agosto de Getúlio Vargas, o Golpe Militar no Brasil e o interesse constante de Nelson Rockefeller pelo Brasil (Amazônia e Petróleo).

Os motivos que levam os Estados Unidos a se preocuparem tanto com a democracia de países com riquezas naturais e as estratégias que eles utilizam para controlar esses países, fazendo uma exploração predatória de riquezas naturais e espionagem por vias de ONGs e patrocínio de cidadãos da região, na qual eles querem explorar.

As ONGs são capazes de destruir as políticas que os governantes vêm pregando na floresta amazônica e levando o desenvolvimento para os povos nativos, porque querem explorar as riquezas da biodiversidade e terras raras, coisa que eles não têm mais devido sua exploração feita anteriormente.

Aí entra o que chamamos de piratas, o geógrafo e explorador alemão Robert Herman Schomburgk, naturalizado inglês, em viagem a serviço do império inglês se depara com a região do Pirara, uma região abundante em beleza natural, habitada por indígenas, rica em metais preciosos e com o posto militar brasileiro desarmado, mapeou toda a região e repassou aos britânicos. O 2º Império brasileiro por estar em disputas conflituosa em outras regiões do país a época não deu uma devida atenção aos piratas que estavam explorando e mapeando nossa riqueza natural, passaram a reivindicarem sob a alegação de proteger as tribos que viviam na região dos escravizadores brasileiros, conseguiu fomentar um movimento britânico apoiador da apropriação daquela área com a ajuda do pastor anglicano Thomas Yond que logo se instalou no Pirara.  

O apelo humanitário mobilizou a opinião pública britânica à época, já que o momento histórico inglês era de fomento ao fim da escravidão por diversas razões que não nos caberá discutir agora. A Inglaterra ganhou mais do que havia proposto em negociações anteriores, pois acabou levando a Guiana aos rios Tacutu e Maú, ampliando sua extensão territorial até a valiosa bacia amazônica. A área do Pirara, origem do conflito, também foi anexada pela Inglaterra. A sentença arbitral foi, enfim, aceita pelo Brasil sem protestos. O mesmo não se pode dizer de juristas de outras nações que acabaram por acusar o Reino Unido de ter influenciado a decisão do árbitro, sob motivações imperialistas, já que era o país hegemônico da época. Não há, nos documentos italianos, quaisquer outras referências que pudessem ter levado o árbitro a se posicionar contrário aos interesses brasileiros na questão.

Vídeo – “A presença do Império na Amazônia é assustadora” | Aldo Rebelo no 247 na TVT  – com o jornalista Leonardo Attuch entrevista Rebelo sobre a questão indígena, que conhece a fundo essa problemática da Amazônia e se manifesta de forma racional e equilibradíssima.

É preciso pontuar que manifestações que defendem a continuidade das atuações dessas ONGs, só servem para fazer provocações e criar confusão, como é de costume das nações do primeiro mundo, com discursos e narrativas sobre meio ambiente, são usados como forma de criar impasses e escândalo. Na prática o que querem é sugar as riquezas naturais e minerais da região. Eles agem como moralistas baratos, sem qualquer intenção de enfrentar esse problema na raiz. Esse é o debate que queremos fazer, sobre a polêmica levantada, não devemos ter qualquer ilusão que essas ONGs têm objetivos a cumprirem para com seus financiadores com quem paga suas despesas, nem precisa ir tão longe assim. O que precisa fica claro é quem patrocina as ONGs, essa é a verdade.

Afinal qual é interesses ocultos de ONGs na Amazônia, de acordo com levantamentos feitos pelo departamento de Estratégia e Assuntos Internacionais do Ministério da Defesa brasileiro de que atuam 100 mil organizações não-governamentais operando na Amazônia brasileira. O Brasil é um ou talvez único país do mundo que não opõe restrições à atuação de ONGs, e tem como base legal para isso a própria Constituição Federal. As ONGs visam principalmente a defesa do meio ambiente e dos direitos indígenas, “muitas têm interesses ocultos como tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, tráfico de armas e de pessoas, pedras preciosas, terras raras, flora, fauna e até mesmo espionagem”. Essas informações têm caráter oficial e não são meras opiniões. De fato, essa área de atuação das ONGs “está cheia de pilantragens, principalmente com os interesses dos laboratórios internacionais na biodiversidade da região, as igrejas infiltradas na área ou mesmo com países como o Japão, que tem patenteado frutos da Amazônia”. Agência Câmara

“Há inclusive muitos deputados que defendem os interesses das multinacionais e laboratórios farmacêuticos “, é de interesse público e da própria segurança do Brasil que precisa ter um controle as ONGs que atuam em solo da nação brasileira, a necessidade de construir um novo arcabouço legal para o setor.

A sociedade brasileira é muito omissa com relação aos crimes de biopirataria, indica que a atuação de instituições religiosas e organizações não-governamentais (ONGs) estrangeiras, a pretexto de ajudar os nativos, trabalham para grandes organizações internacionais em espionagens, apropriação indevida de recursos naturais e pesquisas clandestinas para fins de biopirataria. É preciso que haja uma tipificação do crime de biopirataria pelo nosso Congresso para que se combata a ação de ONGs que praticam esse tipo irregularidade, sendo atuadas e responderem por falsidade ideológica, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e biopirataria.

Essa história é bem conhecida, do homem que roubou a borracha do Brasil, o inglês Henry Wickham, o pai da biopirataria. Que em 1876 contrabandeou mais 70 mil sementes de Hevea brasiliensis (seringueira) para o Royal Botanic Gardens de Kew, uma famosa instituição britânica com 250 anos de história no estudo da botânica. Wickham escondeu as sementes dentro de cestos trançados, sob folhas de banana. Disse que transportava apenas “espécimes exóticos e delicados” para os jardins da rainha Vitória, a monarca da ocasião no Reino Unido. Não foi incomodado pelos representantes da aduana brasileira encarregados de vistoriar o navio a vapor inglês em que viajava. Apenas 2 mil das sementes germinaram, mas as mudas, transplantadas para o Sudoeste Asiático, produziram, 37 anos depois, a ruína econômica da Amazônia brasileira e mudaram, em certa medida, o mundo.

Era madrugada quando um homem chegou ao Jardim Botânico de Kew, em Londres, à procura de seu diretor com uma carga roubada e graças a essa encomenda surrupiada do Brasil que as colônias inglesas na Ásia se tornaram as maiores produtoras de látex do mundo no início do século passado, enterrando o milionário ciclo da borracha na Amazônia. O ladrão Wickham (1846-1926), era um aventureiro inglês que morou em Santarém, Pará. Autor de um dos primeiros casos de biopirataria da história, sua trajetória de homem visionário, destemido e bastante teimoso é narrada com neutralidade – mas não sem paixão – pelo jornalista americano Joe Jackson no livro “O Ladrão no Fim do Mundo” (Objetiva).

Outro espertinho inglês tentou contrabandeá-las dentro de dois crocodilos empalhados, mas todas chegaram secas à Europa. foi mais feliz em seu golpe. O sucesso de seu roubo de Wickham não se deveu apenas à esperteza com que despistou a alfândega brasileira, mas ao que aprendeu da população nativa, sabia onde buscar as sementes, qual a melhor época, e como evitar o seu bolor e a germinação.

De posse dos diários de Violet, mulher de Wickham, Jackson reconstitui em detalhes toda a operação do roubo – o aventureiro teria acondicionado os grãos em 50 cestos indígenas e forrado o conjunto com folhas de bananeira para evitar a formação de uma camada de cianeto. A embarcação da carga foi outro lance de suspense: a sorte colocou diante dele um navio novinho, ainda na segunda viagem de Liverpool a Manaus, o SS Amazonas, cujo capitão se encontravam desolado por ter sido roubado e abandonado pela tripulação – a tramoia, embalada em gesto patriótico, veio a calhar. Apesar dos serviços à rainha, este se viu frustrado em suas ambições de coordenar as plantações de borracha nas colônias asiáticas. Fora barrado pelo diretor do Jardim Botânico, que o julgava um picareta. Recebeu apenas 700 libras pelo feito e vagou pelo mundo como um condenado até ser abandonado pela esposa em Nova Guiné. Três décadas e meia depois, quando as árvores nascidas das 2.900 sementes germinadas passaram a produzir a rica seiva, ele conseguiu, enfim, provar que estava certo. E virou cavaleiro da rainha, sir Wickham. 

A biopirataria de Wickham teve muitos desdobramentos, além da ruína econômica amazônica. Ela deu à Inglaterra monopólio global sobre um produto estratégico, que durou até a Segunda Guerra Mundial e a popularização da borracha sintética. Em 1930, o americano Henry Ford, que precisava da borracha para os pneus dos carros que saíam de suas fábricas, tentou quebrar esse monopólio. Adquiriu terras próximas de Santarém e criou uma cidade no meio da floresta – Fordlândia (tema de outro livro recém-publicado nos EUA). Foi outro fracasso, motivado pelas pragas e pela incompatibilidade entre os caboclos amazônicos e o modo de produção do “fordismo”. Outros ecos do roubo de Wickham reverberam até hoje. A Polícia Federal prendeu três pesquisadores americanos em Corumbá, Mato Grosso do Sul, que faziam pesquisas no Pantanal sem autorização, segundo a própria polícia, outros dois brasileiros também foram presos. Eles faziam prospecção mineral e material seria levado para os “EUA” em 16/06/2009 na Baía Vermelha, área de preservação permanente do Pantanal mato-grossense.

Segundo a própria Polícia federal brasileira, o grupo fazia pesquisa sem autorização dos órgãos governamental brasileiro e sem comprovante de intercâmbio ou convênio com entidades de pesquisa do Brasil, eles faziam coleta de sedimentos, por meio de prospecção mineral. O material seria levado para os Estados Unidos, onde seriam analisados. Foi apreendido  equipamentos de pesquisas. O bando de contrabandista sugava materiais preciosos e da fauna,  foi preso pelo crime contra o patrimônio, na modalidade de usurpação, produção de bens ou exploração de matéria-prima pertencentes à União, sem autorização legal ou em desacordo com as obrigações impostas pela nossa legislação ambiental. Extraiam da floresta, sem prévia autorização, pedra, areia, cal outras espécies de minerais. Eles atravessam um dos cenários mais surpreendentes do Pantanal Sul mato-grossense, formado por serras que emergem de uma planície alagada pantaneira.

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